sexta-feira, 25 de novembro de 2011

EX-PRESIDENTE LULA RASPOU O CABELO ANTECIPANDO OS EFEITOS DOS MEDICAMENTOS

Ex-presidente Lula e sua esposa Marisa
Olá queridos, semana passada o ex-presidente Lula apareceu com a cabeça raspada, sei bem como ele e sua família devem estar se sentindo. Passei por isso há poucos anos com minha mãe,  quando submetida ao procedimento (químioterapia) ficou desesperada! Decidimo raspá-lo, e assim foi feito.

O ex-presidente ao ver seu cabelo cair em tufos e ficar cheio de falhas, preferiu se antecipar e raspar a cabeça.
A queda do cabelo durante o tratamento de câncer, por causa da quimioterapia, é o segundo impacto sentido pelo paciente no enfrentamento da doença, depois do diagnóstico, segundo a psicóloga Samantha Moreira, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira.

Esse efeito colateral abala mais as mulheres, que, sem os cabelos, podem sentir uma perda da feminilidade. Mas os homens também ressentem a perda de cabelo e barba. A careca de quem tem câncer é diferente. A pele fica mais fina. As pessoas olham, medem e pensam: 'Ele está com câncer'.

"Significa perceber-se doente e perder a imagem corporal", afirma o oncologista João Paulo Lima, do Hospital de Câncer de Barretos. Segundo Lima, o que mais preocupa os homens é a manutenção da independência e a impotência sexual.

A dermatologista do Inca (Instituto Nacional de Câncer) Fernanda Tolspoy afirma que a reação depende da vaidade de cada paciente. "Para muitos homens, a perda da barba que cultivam há anos é traumática."

POR QUE CAI?


Os remédios usados contra câncer atacam as células que estão se dividindo mais rápido, característica das células do tumor.

Mas as células que dão origem ao cabelo também se replicam em alta velocidade e, por isso mesmo, são mortas pelo tratamento por tabela.

Na radioterapia, a queda dos cabelos é rara, mas a pele pode ficar envelhecida.

Na químio, o cabelo pode cair de forma mais rápida ou gradual, em forma de tufos.

Para evitar as falhas, muitos raspam o cabelo. "É uma forma de encarar a doença de frente, dizer: 'É isso, estou com câncer'".

Referência: Folha de S. Paulo

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